INVIGILÂNCIA

 

Tucurunã, Curumim da Tribo da Jurema

Mensagem recebida em 02/02/08,

Por Mãe Vanessa Cabral

           Dirigente do Templo Universalista Pena Branca

          (Terreiro Filiado ao Centro Espiritualista Caboclo Pery)

 

 

A onda da invigilância cresce cada vez mais!

Vai engolindo as mentes, silenciosamente. Mas o que fazer diante dos apelos virtuais? É claro que não podemos deixar de ver os apelos ridículos (se é assim que podemos chamá-los) que marcam as estações do ano. Fazemos muito pouco, diante das informações fúteis que chegam até nós de uma forma ou de outra.

Já é tempo de observar quão profunda é a obra do Criador. A passagem pelo planeta Terra é breve, assim como a própria viagem que costumam fazer, seja percorrendo alguns quilômetros de estrada ausentando-se do lar por alguns dias, seja gozando o que chamam de prazer. Ora, prazer por incrível que pareça, é simplesmente prazer. Percebem a temporalidade da palavra prazer? Assim como tudo neste planeta, os prazeres são passageiros e na maioria das vezes deixam marcas onde são necessárias muitas reencarnações para que elas possam ser apagar, ou melhor, cicatrizar. Afinal, marcas são marcas, não é mesmo? Uma marca é um registro. Fica escrito da mesma forma que a Lei. Não há uma borracha no Astral, como o apagador que vocês usam nesta dimensão. A não ser a borracha que nos convidava para trabalhar, exercitando a paciência, enquanto aguardávamos o líquido viscoso brotar de dentro da árvore!

Curumins da salvação, que vocês possam se comportar como filhos do Sol e da Lua, pois isso vocês já são! Não dá mais para agir como estrangeiros. Há muita exigência enquanto “proprietários”, mas a verdadeira nacionalidade é a consciência de que a terra é de todos, incondicionalmente.

A juventude é uma estação. Aprendemos na mata que cada estação tem uma razão de ser, da mesma forma que cada um sempre terá algo a colher! Quando fazemos algo que dilacera os ciclos da Mãe Natureza, as conseqüências são as tempestades.

Gostaria de ressaltar que são apenas conseqüências dos atos humanos e não a fúria desta Mãe Sagrada. Aliás, não queiram expiar a verdadeira fúria dos cataclismos apocalípticos, como a sagrada escritura do Cristo Jesus os expõe de forma alegórica.

Por isso, curumins, um alerta: já pararam para perceber como as estações do ano estão se modificando? Mas os curumins ainda não sabem nem contemplar, não é verdade? Quando o vento derruba as folhas no chão, para quem está olhando pode ser uma contemplação. Mas para quem está vivenciando pode ser uma modificação. Assim a tribo da Jurema vai passar. Uns vão ter apenas olhos para ver, outros vão ter apenas olhos para admirar. Mas da transformação, nenhum curumim vai poder escapar!

A incredulidade pode se desfazer com o escândalo, necessário para corrigenda da humanidade que se perdeu em uma estação que só existe na mente de cada um, que é a estação da carne.

Oh Pai! Regozijai da incredulidade, pois o teu reino não é deste mundo!

Estamos aqui para testemunhar a verdade, pois como Ele disse, a verdade nos libertará!

 

Apayê (saudações)!

Salve Nossa Senhora dos Navegantes! Odoyá minha Mãe Iemanjá!

 

Tucurunã, Curumim da Tribo da Jurema

 

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